Aula Aberta "Políticas públicas e Interseccionalidade: Redes antirracistas - Investigação e intervenção" por Renísia Filice
Quinta-feira, 18 de setembro de 2025
11h, Sala 411
Minibio
Renísia Cristina Garcia Filice - Professora Associada da Faculdade de Educação/Universidade de Brasília- UnB. Pós-Doutora em Relações Internacionais e Diplomacia Econômica (Universidade de Cabo Verde/ Uni-CV- 2022); em Comunicação Aplicada, Cultura e Novas Tecnologias (CICANT - Centro de Investigação em Comunicação Aplicada, Cultura e Novas Tecnologias/Universidade Lusófona do Porto-2022); em Sociologia (Centro de Investigação em Ciências Sociais (CICS) /Universidade do Minho (UMinho) /Portugal, 2017); Doutora em Educação (UnB-2010). Líder do Grupo de Estudos e Pesquisas em Políticas Públicas, História, Educação das relações raciais e Gênero (Geppherg). Coordenadora do Projeto Tecendo Redes Antirracistas Internacional. Coordenadora Geral do Projeto Redes Antirracistas MIR-UnB (2024/25). Atua na área do Ensino de História, Educação e Direitos Humanos; Gestão de Políticas Públicas em Gênero e Raça; Políticas Afirmativas; Transversalidade, intersetorialidade e interseccionalidade em raça, gênero e classe nas políticas públicas. Movimentos Sociais, Ativismo e Ações Públicas.
A aula aberta "Políticas públicas e Interseccionalidade: Redes antirracistas - Investigação e intervenção "objetiva apresentar alguns aspectos das ações políticas do movimento negro (educador) brasileiro, no diálogo com a história e a memória africana e dos povos tradicionais indígenas e quilombolas. Inspirada em Amílcar Cabral , Mestre Bispo, Lelia Gonzalez e outros, a pesquisadora Renísia C. Garcia Filice, da Universidade de Brasília, a partir da máxima “andar com seus próprios pés e pensar com sua própria cabeça” (Amílcar Cabral), retoma a importância da reparação histórica entendida como paradigma emergente em constante (re)construção, e suas contribuições para o debate sobre democracia, justiça social, igualdade e equidade, que respeite e incorpore povos afrodescendentes, mulheres, pessoas com deficiência, população LGBTQIA+ e outros segmentos.
Como desdobramento, mobiliza esse acúmulo ancestral para intervir no desenho de políticas públicas de promoção da igualdade racial e de gênero, numa perspectiva interseccional e contra-colonial.